sexta-feira, 26 de março de 2010

VÍDEOS: Ato Performático Popol Vuh

Ato Performático Popol Vuh
O'gia Grupo de Teatro

Florianópolis/SC - Brasil


## homem-de-barro ##

Apresentação no Festival de Cultura do Paraná 2009, em Curitiba em 21/11/2009.

> parte 1 <


> parte 2 <



>> Sobre o Ato Performático Popol Vuh:

A obra principal utilizada como referência de pesquisa foi a edição do poema publicado no Brasil em quiché e em português, uma publicação bilíngüe de 2007, organizada por Gordon Brotherston e Sérgio Medeiros.

Considerado um clássico americano indígena, a narrativa se abre para diferentes possibilidades de leitura. Neste breve recorte, a obra é focalizada pelo aspecto das origens das quatro criações, que parte da vontade dos deuses de serem adorados, tendo início a concepção de toda a Terra e dos animais. Porém, esses animais não puderam louvá-los, por não serem capazes de falar, por isso são condenados a devorar uns aos outros para sobreviverem.

Os deuses dedicam-se, então, à criação do primeiro homem, feito a partir do barro, o qual é incapaz de procriar e dizer os divinos nomes de seus criadores, sendo assim, destruído. O segundo homem criado, feito de madeira, passa a habitar a terra. Apesar de falar e se procriar, esse homem é incapaz de lembrar os nomes de seus deuses, pois não possui memória. Desta forma, é invocado um dilúvio que os elimina. Os deuses buscam o conselho de seus sábios anciões para criar um novo humano, que é feito à base dos nutrientes do milho misturado a outros ingredientes.

Com tamanha inteligência e beleza, o recém-nascido homem de milho causa espanto aos seus criadores, que temem serem por eles igualados. Desta maneira, os deuses condenam sua bela cria a viver na terra com uma visão limitada que só percebe a matéria bruta ao seu redor.
Do diálogo com a Obra Popol Vuh, o O'Gia Grupo de Teatro apresenta o Ato Performático: Popol Vuh. Os micros acontecimentos apresentados se configuram a partir da investigação cênica realizada pelo grupo e apontam para a tentativa de mapear elementos da obra inspirados pela origem das criações.

Num primeiro contato, o grupo vislumbra um Popol Vuh aéreo, porém, ao se aproximar mais da obra, as imagens cênicas vão se configurando em direção ao solo.
Desse encontro com o poema maia-quiché, o O'Gia Grupo de Teatro busca sensibilizar o interlocutor através de cores, cheiros, sons e imagens para o que pode se fazer presente deste acontecimento.

FICHA TÉCNICA:

Atuantes: Ana Zen de Moraes, Andréa Meirelles, Araeliz, Branca Mônaco, Cristiano Welaski, Danielle Coelho, Fábio Celant, Felipe de Marco Pessoa, Gabriel Ortega, Íris Rosa Lami, Jordi Timón, José Leonardo Rocha (Zeca), Julio Gabriel, Khalid Prestes, Luiza Pimenta, Marina Veshagem, Vinícius Renzulli
Concepção e Composição Musical: Vinícius Renzulli
Concepção e Confecção de Figurino: Andréa Meirelles, Luiza Pimenta, Solange da Silva
Arte Cerâmica: Rosival dos Santos Pereira
Marceneiro: Francisco Nazário
Técnico de Iluminação: Nilson Só
Produção Audiovisual: Will Fernandes
Design Gráfico: Jordi Timón
Concepção de Máscaras e Bonecos: Sassá Moreti
Confecção e Produção de Bonecos e Máscaras: Khalid Prestes, Marcos Araújo de Oliveira, Veruska Costa Haber, Vinícius Renzulli
Adereços: O'gia Grupo de Teatro
Preparação Corporal e Coreografia: Nastaja Brehsan
Treinamento de Perna de Pau: Khalid Prestes
Produção Executiva: O'gia Grupo de Teatro
Produção Administrativa: Danielle Coelho
Dramaturgia: O'gia Grupo de Teatro
Assistência de Direção: Khalid Prestes
Assistência de Produção: Will Fernandes
Direção Geral do Projeto e Encenação: Maris Viana
Concepção e Produção: Ogia Grupo de Teatro

sexta-feira, 5 de março de 2010

OFICINA DE RITMOS DE PERCUSSÃO E CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS ARTESANAIS 2010/1


A proposta desta Oficina é iniciar os estudos musicais a partir da percussão, refletindo sobre as origens da expressão humana e de suas manifestações artísticas. Durante os estudos, serão apresentados diversos ritmos brasileiros, africanos e de outras localidades, dos quais serão estudados alguns dos principais toques. A proposta é desenvolver a percepção rítmica e ampliar a consciência musical e artística, abrindo caminhos para a formação de artistas, músicos, percussionistas, músicos-atores, etc. A Oficina também será um espaço para a construção de alguns instrumentos artesanais de percussão relativos às manifestações estudadas e outros instrumentos alternativos. Os instrumentos serão construídos em grupo no decorrer da Oficina. Pretende-se, no decorrer do estudo, criar uma apresentação artística em grupo, partindo da composição de peças musicais que concentrem todos os elementos estudados, para ser apresentada ao público. Não é necessário ter instrumento para participar.

Facilitador: Vinícius Renzulli

DIAS e HORÁRIOS:

# Turma I - terças, das 10h30 às 12h15 [início em 09/03/2010]
Local: Sala de Oficinas do DCE - piso superior do Centro de Convivência – UFSC

# Turma II - quartas, das 12h às 13h45 [início em 10/03/2010]
Local: Sala de Oficinas do DCE - piso térreo do Centro de Convivência – UFSC

# Turma III - quartas, das 18h15 às 20h [início em 10/03/2010]
Local: Palco do Bosque do CFH - UFSC

# Turma IV - quintas, das 19h15 às 21h [início em 11/03/2010]
Local: Palco do Bosque do CFH - UFSC

Contribuição mensal: R$ 35,00
Maiores informações: 8446-4305 ou sementepura@bol.com.br

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

SEMENTE PURA: Grupo de Estudos em Música e Arte

Criado por Vinícius Renzulli em meados do segundo semestre de 2008, este é apenas um nome que veio para reunir diante de si uma série de estudos e trabalhos que venho fazendo há anos.

Este Grupo de Estudos em Música e Arte se propõe à constante reflexão que se expressa no ato artístico. Trata-se da sensibilidade que se expressa na criatividade do ato e que eleva a arte ao próprio organismo. Nesta relação, a música emerge como um infinito de possibilidades e se mostra como uma linguagem do movimento, como algo que permeia as estruturas do tempo e é por ele permeada. Cada interação se abre como uma possibilidade sonora peculiar e isto, lançado à infinidade de possibilidades de interações, abre caminho ao alcance das mais distintas sonoridades. Esta interação, no que cabe à música, é a força do choque que marca o instante do ato. Neste ponto, a percussão se mostra como a essência do ato musical, pois é ela quem define o choque e quem marca o instante, através da interação entre duas forças que se encontram no ato percussivo.

Expandindo estas relações aos domínios da arte como um todo, todas as formas de expressão podem ser vislumbradas dentro destes mesmos aspectos. Assim, o teatro, a dança, as artes plásticas e todas as formas pelas quais a arte se mostra, juntando-se também à música, podem ser vistas numa mesma interação como o próprio ato artístico. Pois o ato artístico, assim como este escrito pretende apontar, é essencialmente esta interação em que toda forma de arte se mistura numa só coisa: a própria arte.

Projetos de Estudo


* Grupo de Estudos de Ritmos e Manifestações Populares Brasileiras (ensaios para a criação de um grupo de pífanos e percussão)

* Estudo acerca das origens da percussão, da música e da arte como origens da linguagem e da expressão humanas

* Estudo da infinidade sonora e da música na amplitude experimental

* Criação e construção artesanal de instrumentos musicais, tradicionais e alternativos, e construção de instrumentos com material reciclável e rejeitos, reutilizando materiais descartados

* Estudo de diferentes formas do Artesanato em Macramê e formas primitivas de costura e trabalho manual

Trabalhos Realizados


* Intercâmbio Artístico-Cultural com a Asociación Cultural El Güegüence, de Diriamba, Carazo, Nicarágua (2010)

* Ato Performático Popol Vuh (2009)

* Oficina de Ritmos de Percussão e Construção de Instrumentos (2009)

* Espetáculo “Candomblé e os Orixás” (2008)

* Artesanato em Macramê

* Ciclo de Oficinas: A Percussão através das Manifestações Artísticas Populares (2008)

Trabalhos Atuais


* Silêncio do Barulho (em fase de criação – 2010)

* Oficina de Ritmos de Percussão e Construção de Instrumentos Artesanais (2009-2010)

* Artesanato em Macramê (2009-2010)

* Grupo de Estudos de Ritmos e Manifestações Populares Brasileiras (2009)

* Ato Performático Popol Vuh (2009)


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Oficina de Ritmos de Percussão e Construção de Instrumentos

Acontece a partir de setembro a Oficina de Ritmos de Percussão e Construção de Instrumentos, sempre às sextas-feiras, das 18h00 às 20h30, na Sala de Oficinas do DCE – Piso térreo do Centro de Convivência da Universidade Federal de Santa Catarina, bairro Trindade, em Florianópolis.

A proposta desta Oficina é iniciar os estudos musicais a partir da percussão, refletindo sobre as origens da expressão humana e de suas manifestações artísticas. Durante os estudos, serão apresentados diversos ritmos brasileiros e africanos através dos quais os participantes realizarão um passeio buscando aprender alguns dos principais toques, além de desenvolver a percepção rítmica e ampliar a consciência musical e artística. A Oficina também será um espaço para a construção artesanal de alguns instrumentos de percussão relativos às manifestações estudadas e outros instrumentos alternativos. Os instrumentos serão construídos em grupo no decorrer da Oficina.

Pretende-se, no decorrer do estudo, criar uma apresentação artística em grupo, partindo da composição de peças musicais que concentrem todos os elementos estudados, para ser apresentada ao público.

A Oficina de Ritmos de Percussão e Construção de Instrumentos faz parte do projeto Oficinas do DCE, realizado pelo Diretório Central dos Estudantes da UFSC, e é uma iniciativa prática do Semente Pura: Grupo de Estudos em Música e Arte.
As oficinas são abertas à todos os interessados. e têm o valor de R$ 30 por mês.

Inscrições e informações pelo telefone (48) 8446-4305 ou pelo e-mail sementepura@bol.com.br
Oficineiro: Vinícius Renzulli

http://sementepura.blogspot.com/